segunda-feira, 29 de junho de 2020

História (30 a 03/07) - 7º A e D (Profª Fátima)


TEMA: Relações de poder a partir das conquistas da Europa – Hernán Cortés e a conquista dos Astecas.

OBJETIVO: Compreender as relações de poder a partir da conquista europeia.
ESTRATÉGIA: leitura e análise de texto e imagens.
HABILIDADES: Analisar os diferentes impactos da conquista europeia da américa para as populações ameríndias.

Leitura e análise de texto.

1519: Cortés prende Montezuma, rei dos astecas
O céu ganhou cor de fogo. Uma enorme coluna de fumaça subiu do horizonte até a lua. De repente, o templo de Hutzilo-Poktli estava em chamas. Assim, sem mais nem por quê. Não era incêndio criminoso, nem resultado da queda de um raio. O templo Tzon-Molco igualmente era devorado pelo fogo. No céu, podiam-se ver cometas. Uma tempestade repentina abateu-se sobre o lago de Tenochtitlán, que fervia. Em todas as casas da cidade se podia ouvir uma voz de mulher: "Nós estamos perdidos. Ó meus filhos, onde posso escondê-los?"
Este relato histórico de mau prenúncio faz parte da mitologia dos tlaxcaltecas. Os feiticeiros desta tribo indígena tentavam decifrar o sentido da mensagem. Um ano após o sinal dos céus e dos inexplicáveis incêndios dos templos, Don Hernán Cortés entrava em Tenochtitlán, a capital dos poderosos astecas. O espanhol foi saudado como um deus. Pouco depois, porém, os deuses a cavalo transformaram-se em demônios, que deviam aniquilar os astecas para sempre.
Don Hernán Cortés e seu exército de 600 soldados haviam partido em 15 caravelas de Havana, em Cuba, em 18 de fevereiro de 1519. Durante meses, Cortés e seus homens atravessaram o México lutando. O destino era a capital asteca, Tenochtitlán, então com 300 mil habitantes. Dizia-se que havia um gigantesco tesouro em ouro naquela que viria ser a atual Cidade do México. Cortés providenciou para que lá corresse o boato de que ele era um deus.

Oferta de ouro atiçou a cobiça
O rei asteca Montezuma soube logo da aproximação dos deuses e tentou satisfazê-los com presentes. Ele temia a ira e enviou ouro. Mas a iniciativa estimulou ainda mais a cobiça em Cortés, decidido a entrar finalmente na metrópole asteca. Para chegar aos muros de Tenochtitlán, o conquistador espanhol batalhou palmo a palmo.
A 8 de novembro de 1519, Cortés e seu exército alcançaram a cidade. Os homens tremiam de medo. Uma impressionante muralha protegia, por todos os lados, Tenochtitlán, construída em meio a um lago salgado. A cidade superdesenvolvida era palco de feiras gigantescas. Até 50 mil mercadores compravam e vendiam seus produtos. E dali Montezuma reinava.
Ereto, o rei asteca desceu do alto do muro de quatro metros e, ao pé da larga escada, ajoelhou-se. O poderoso asteca ajoelhou-se diante do deus que ele via em Cortés. Montezuma tinha respeito e temor diante dos forasteiros que haviam se infiltrado em seu território. E foram exatamente o medo e a crença de que Cortés e seus homens brancos eram deuses que significou o fim de Montezuma e, com ele, do Império Asteca.

Responda as questões
1-    Quem foi Hernán Cortés?
2-    Quem foi Montezuma?
3-    Qual é o relato que faz parte da mitologia dos astecas?
4-    Qual era o maior interesse de Hernán Cortés no Império asteca?
5-    Qual foi o motivo que ocasional o fim de Montezuma e com ele o Império asteca?

6-    Observe as imagens e faça um breve comentário sobre elas: Qual sua impressão de Hernán Cortés? e de Montezuma? Descreva o que chamou sua atenção na imagem 3.

IMAGEM 1 – Hernán Cortés


IMAGEM 2 - Montezuma



IMAGEM 3 – A chegada de Hernán Cortés em território Asteca.



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